Procura o ouro: Céu

E a fábrica do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. Apocalipse 21:18

E a fábrica do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. Apocalipse 21:18

Porém lembra-te de mim, quando te for bem; e rogo-te que uses comigo de compaixão, e que faças menção de mim a Faraó, e faz-me sair desta casaGénesis 40:14
José tinha interpretado o sonho do copeiro-mor. Como recompensa, pediu-lhe que o mencionasse ao Faraó. Mas, após recuperar a liberdade, o copeiro esqueceu-se de José. Dois anos mais tarde (Génesis 41:1), ao recordar-se, confessou: “Dos meus pecados me lembro hoje.” (Génesis 41:9), depois de ter deixado José mais dois anos na prisão! O Senhor Jesus pediu-nos que O recordássemos: “fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de Mim.” (1 Coríntios 11:25). Estaremos a lembrar-nos d’Ele — ou das nossas faltas?
— K. C. Ung
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“Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para o mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.” 1 Timóteo 6:6-7
Tudo fez formoso em seu tempo; também pôs o mundo [ou, a eternidade] no coração deles… Eclesiastes 3:11
George Swinnock, um escritor puritano, escreveu: “O corpo veio do pó, mas a alma do sopro de Deus.” O ser humano foi criado de forma única à imagem de Deus. “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” (Génesis 2:7). O ser humano é um ser eterno, com uma alma eterna, e como lemos no versículo de hoje, este conceito e esta certeza da eternidade foram colocados nos nossos corações pelo Criador. Ao meditarmos sobre a nossa existência eterna, uma pergunta maior surge inevitavelmente: Sabes onde estarás na eternidade?
— Pete Smith
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Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os contritos de espírito. Salmo 34:18
George Matheson começou a ficar cego aos 20 anos. Na altura, a sua noiva disse-lhe que não conseguiria passar a vida ao lado de um homem cego e terminou o noivado. A sua irmã passou a cuidar dele, mas quando ela se casou, perdeu também a sua companhia. No meio da sua tristeza, na véspera do casamento da irmã, ele escreveu o hino: “Amor Divino - Amor que não me largas nunca!” (Nº 309 de Hinos e Cânticos). As tribulações fazem parte da vida, mas não precisam de ter a última palavra. O nosso Pai enxugou as nossas lágrimas antes mesmo que caíssem sobre a almofada. Há alegria a ser encontrada, mesmo nas mais profundas dores. Ver artigo sobre este hino aqui.
— Alyssa Gee
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