Portanto tomai toda a armadura de Deus… Estai pois firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade… Efésios 6:13-14
Leitura Recomendada: João 17:17-19
A segunda carta de Paulo aos Coríntios é uma defesa do seu apostolado face à oposição e aos ataques dos falsos apóstolos (2 Coríntios 11:13-15). Ele estava numa batalha espiritual, com certeza. Mas deixou claro que a guerra espiritual não é uma batalha física que utiliza as armas de guerra do mundo. Em vez disso, é uma batalha de pensamentos, argumentos e ideias travada no campo de batalha da mente (10:3-6). Ou seja, é uma batalha pela verdade.
A batalha pela verdade começou no Jardim do Éden, quando Satanás mentiu a Adão e Eva, contradizendo o que Deus lhes tinha dito (Génesis 3:1-5). E as mentiras continuam a ser a principal arma de Satanás. Se ele conseguir convencer-nos a duvidar das palavras de Deus, terá enfraquecido o fundamento da nossa fé: a veracidade de Deus e das Suas promessas. É por isso que, ao descrever a armadura espiritual do Cristão, Paulo chama ao cinto do soldado romano o cinto da verdade. Somos santificados – conformados a Cristo – pela verdade da Palavra de Deus (João 17:17).
Assim como o Senhor Jesus rejeitou as tentações de Satanás com a verdade da Palavra de Deus, nós devemos fazer o mesmo (Mateus 4:1-11). A verdade vence a guerra espiritual.
- David Jeremias
A verdade das Escrituras destrói a especulação. - R. C. Sproul

Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de Meu Pai. João 10:28
Ao ver o seu filho em perigo iminente, uma mãe levantou-se de imediato e correu até ele. Pegando-lhe na mão, conduziu-o em segurança para longe. Por detrás da firmeza do aperto daquela mãe estava um amor motivador pelo seu filho. De forma semelhante, os crentes são mantidos espiritualmente seguros pelo Senhor. Por detrás do Seu agarrar omnipotente está um desejo amoroso por nós. Foi esse desejo que O levou a arrancar-nos como tições do fogo iminente do inferno, e é a Sua contínua mão segura que um dia nos conduzirá à Sua presença. Meu Libertador!
— George Ferrier
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