18-01-09 - Maioria dos Americanos escolhe a dedo as suas crenças religiosas
A maioria dos adultos Americanos escolhe a dedo as suas crenças religiosas para criar, essencialmente, uma religião "personalizada", em vez de adoptar o conjunto de crenças ensinadas por uma determinada igreja, descobriu um novo estudo.
Por uma margem de três para um (71 por cento contra 26 por cento) os Americanos dizem que são mais propensos a desenvolver pessoalmente o seu próprio conjunto de crenças religiosas do que a aceitar um conjunto abrangente de crenças ensinadas por uma igreja ou denominação, revela um estudo Barna.
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Considerado por muitos o melhor jogador de futebol de todos os tempos, rivalizando com o brasileiro Pelé, Diego Armando Maradona foi também um dos futebolistas mais amados e polémicos de sempre. Esta paixão levou um grupo de amantes do desporto-rei a criarem em 1998 a Igreja Maradoniana, um verdadeiro culto ao mago da bola, que tem mandamentos, feriados, orações e até sacramentos, como as restantes religiões.
No seu livro A Place Among The Nations: Israel and the World [Um Lugar Entre as Nações: Israel e o Mundo], [o ex-primeiro-ministro Israelita] Benjamin Netanyahu identifica o americano William Blackstone como um dos exemplos mais notáveis de Cristão Sionista. Netanyahu comenta que “tal actividade Cristã precede o moderno Movimento Sionista em, pelo menos, meio século”.[1] (Na realidade, há registo de Sionismo Cristão já no fim de 1500 na Inglaterra).[2] Os primeiros Cristãos Sionistas eram conhecidos como Restauracionistas, visto que desejavam uma restauração dos judeus à terra de Israel. O nome de William Blackstone é muito estimado pelos judeus sionistas, a ponto do Estado de Israel ter dado o nome de Blackstone a um bosque, a fim de homenageá-lo pelos esforços iniciais para influenciar outras pessoas a favor da reconstituição da nação de Israel.