
A Terra possui um número muito grande de variáveis, perfeitamente balanceadas para que vida exista. Todos esses valores são apenas meras coincidências ou sinais de planeamento? Foi propondo questões como esta – a respeito das perfeitas condições para que haja vida na terra – que o cientista Adauto Lourenço ministrou uma palestra sobre criacionismo, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie (Brasil). Na ocasião, foram colocadas em debate duas conhecidas teorias a respeito da criação do mundo: criacionismo e evolucionismo.
Durante a exposição do seu tema, o professor e cientista criacionista lembrou que a cada pesquisa feita a respeito das condições para que haja vida na terra, são descobertos mais factores fundamentais para confirmar o fenómeno. ”Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários factores, praticamente todos eles, relacionados directamente com a questão da existência da vida. Quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade delas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena”, concluiu.