
Conhecida por suas areias douradas e águas cristalinas, as Ilhas Maldivas talvez não sejam o primeiro país que vêm à mente quando se pensa em falta de liberdade religiosa. Entretanto, há mais de dez anos, esse arquipélago ocupa um lugar entre as dez primeiras posições da Classificação de países por perseguição, uma lista produzida pela organização Portas Abertas Internacional que detalha onde a prática do Cristianismo encontra maior dificuldade.
No passado dia 7 de setembro, a população maldívia — quase totalmente muçulmana — foi às urnas para a eleição presidencial disputada entre dois partidos. É apenas a segunda eleição da história do país. A despeito do resultado, espera-se que cause pouco impacto na tolerância religiosa.
O presidente em exercício, Mohamed Waheen Hassan, esteve no poder por apenas 18 meses, uma vez que seu oponente, Mohamed Nasheed teve de abdicar do cargo em fevereiro de 2012. Hassan era vice-presidente de Nasheed, que afirma ter sido destituído num golpe. Hassan nega, dizendo que Nasheed optou por sair.
Ler mais …30-09-13 - “Eleições nas Maldivas não trarão liberdade religiosa”, afirma relatório