
O evangelista Franklin Graham criticou a presidente de câmara Jennifer Roberts e os vereadores da cidade de Charlotte (Carolina do Norte / EUA), após estes votarem para passar uma lei controversa que visa permitir a entrada de homens e mulheres em banheiros públicos (masculinos ou femininos), conforme o género com o qual se identificam.
"Que vergonha para a presidente da câmara de Charlotte, Jennifer Roberts e para os membros do conselho da cidade", escreveu Graham na última terça-feira (23 de fevereiro), após a votação que aprovou a medida. O texto do projeto de lei diz às empresas que não será permitido que, os clientes gays, lésbicas ou transexuais sejam 'discriminados' e a lei aplica-se a lugares usados pelo público, tais como bares, restaurantes e lojas.
"O governador da Carolina do Norte, Pat McCrory foi claro, ao indicar que esta é uma má política e disse que se a cidade passar a ação legislativa imediata, esta seria provavelmente tomada pelo Estado. Espero que eles tomem medidas rápidas para derrubar essa lei perigosa ou tragam-na a um referendo para que os eleitores decidam", acrescentou Franklin Graham, presidente da Bolsa do Samaritano e da Associação Evangelística Billy Graham.
Ler mais …01-03-16 - Franklin Graham critica lei de "WC transgéneros': "Vergonhoso"

Mesmo sofrendo com a perseguição religiosa do Estado Islâmico, e o estado de caos em que a Síria está mergulhada por causa da guerra civil contra o regime do presidente Bashar al-Assad, um pastor cristão recusa-se deixar o país por entender que é preciso resistir.
Harout (foto), um pastor arménio que lidera uma igreja na Síria, visitou os Estados Unidos para participar do Café da Manhã no Dia Nacional de Oração, que reuniu diversas lideranças cristãs e políticas do país, incluindo o presidente Barack Obama.
Na entrevista à emissora Christian Broadcasting Network, Harout pediu que seu nome completo fosse omitido por questões de segurança. “A nossa vida tornou-se muito perigosa e estamos a sentir-nos mais responsáveis para com as pessoas que servimos […] Esta nação devastada [Síria] precisa de pessoas cheias do Espírito, de amor e compaixão e nós estamos a tentar estar com elas, enquanto a guerra continua”, afirmou.