05-04-16 - Vaticano não quer que muçulmanos refugiados sejam evangelizados

O cardeal alemão Gerhard Müller é Prefeito da Congregação para Doutrina da Fé além de presidir a Comissão Teológica Internacional. O site católico Catholic Herald mostrou que ele está a fazer um apelo polémico.
Para ele, os cristãos que estão a ajudar os imigrantes muçulmanos que chegam diariamente à Europa não devem tentar convertê-los, mas sim amá-los “sem intenções ocultas”.
Para o cardeal, o proselitismo “é praticamente uma manipulação da consciência”. Ressaltou que a missão da Igreja é “ajudar a humanidade a se relacionar e amar os que estão a fugir da guerra e da perseguição”.
As declarações foram dadas recentemente, durante uma conferência internacional realizada no Vaticano, que estuda a primeira encíclica do Papa Bento XVI, Deus Caritas Est, que aborda a relevância da perspectiva cristã do amor no mundo de hoje.
O Deus do Islão é o Deus da Bíblia?
Existem inúmeras maneiras de mostrar que o Deus do Islão não é o Deus da Bíblia, mas uma vez que existem duas fés que emergiram da Bíblia, Judaísmo e Cristianismo, vamos considerar apenas dois versículos que mostram que o deus do Islão difere do Deus de ambas as fés bíblicas.
Em primeiro lugar, lembre-se do que o Senhor disse à mulher samaritana, "Vós adorais o que não sabeis" (João 4:22). Naquele momento não havia nenhum credo no planeta que fosse mais parecido com o Judaísmo do que a religião praticada pelos Samaritanos. Havia inúmeras semelhanças entre as duas fés, mas apesar disso o Senhor afirmou que os Samaritanos não sabiam o que adoravam, mais do que os pagãos que adoravam o "Deus desconhecido" em Atenas (Atos 17:23). Isto indicava que, na sua opinião, eles não adoravam o mesmo Deus. Assim, tendo em conta as inúmeras diferenças entre o Islamismo e o Judaísmo, é difícil entender como se pode dizer que os Muçulmanos adoram o Deus do Judaísmo.
04-04-16 - Que vergonha! Líder islâmico critica cristãos que apoiam casamento gay

Que vergonha, "cristãos" serem bem repreendidos por pagãos! O imã da Mesquita de al-Azhar do Cairo, Egito, criticou a aprovação do casamento gay pelos líderes das igrejas cristãs dos Estados Unidos, de acordo com o site Anglican Ink.
"Infelizmente, alguns chefes das igrejas nos Estados Unidos aceitam casamentos do mesmo sexo. Eu interrogo-me, o que resta da Bíblia nessas igrejas?", questionou o Sheikh Ahmed Mohamed el-Tayeb durante palestra na Universidade Islâmica de Syarif Hidayatullah, na Indonésia.
O líder religioso sunita colocou em questão a fidelidade dos cristãos norte-americanos a Cristo: "O que eles vão dizer na frente de Jesus?"
Mensagem na IQC - A Inimizade com Deus - em 03ABR16, por Francisco Correia
Todos os domingos de manhã a Igreja em Quinta do Conde reúne-se às 10:00h para se lembrar do Senhor Senhor Jesus Cristo através Ceia do Senhor que Ele nos legou através do Apóstolo Paulo (1 Cor. 11:23-26) e às 11.00h para a pregação da Palavra de Deus.
"Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes [os que creem] pela loucura da pregação" (1 Cor. 1:21).
"Mas [infelizmente] nem todos obedecem ao Evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação?" (Rom. 10:16).
No entanto, e apesar disso, Cristo "veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que Lhe obedecem" (Heb. 5:9).
"Pelo que também damos sem cessar graças a Deus, pois, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como Palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que crestes" (1 Tes. 2:13).
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Deus quer saber dos nossos empregos?
Pergunta: Eu faço a mesma coisa entediante todos os dias e, por vezes, eu interrogo-me porque é que Deus não me deu um trabalho mais interessante. Talvez eu sonhe demasiado com a forma de viver das celebridades e pessoas do género. Será que Deus realmente se preocupa com os nossos empregos? – Srª J.T.
Resposta: Sim, Deus preocupa-se com todas as partes das nossas vidas - incluindo os nossos empregos. Afinal, cada dia de trabalho dos nossos empregos provavelmente consome pelo menos um terço do nosso tempo – portanto, porque é que Deus não havia de se preocupar com isso?
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