
A Segunda Epístola a Timóteo foi escrita no final da vida de Paulo; foi a última comunicação inspirada da sua pena. Mesmo então, a verdade estava a tornar-se impopular; os cristãos nominais tinham vergonha de se identificar com o Apóstolo e o testemunho do Senhor. Deus permitiu que estas circunstâncias fossem referidas pela pena inspirada de Paulo, com o objetivo de serem a Sua orientação para cada santo individualmente nos dias de decadência espiritual. A assembleia do Deus vivo é vista nos “últimos dias” como “uma grande casa”, com uma mistura de bons e maus vasos.
O declínio gradual da Igreja pode ser traçado através desta epístola, observando três versículos especiais. Primeiro, os homens são vistos desviando-se da verdade (2:18). Segundo, são vistos num maior grau de degeneração, resistindo à verdade (3:8). Terceiro, eles são vistos deliberada e voluntariamente rejeitando a verdade, pois lemos, “desviarão os ouvidos da verdade” (4:4). Apesar de ainda professarem representar o Cristianismo, têm apenas aparência de piedade, negando, porém, o poder da mesma (3:5).
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Clemente de Alexandria (c. 150 – c. 215 A.D.): “Mulher e homem devem ir à igreja vestidos decentemente... porque este é o desejo da Palavra, uma vez que é decente que ela se cubra”... “Por causa dos anjos... que ela se cubra”. 1
Clemente de Alexandria foi um erudito numa época em que os cristãos eram geralmente pouco letrados. Não obstante, foi capaz de construir argumentos lógicos convincentes, baseados nas Escrituras e na filosofia, a favor do Cristianismo e contra os gnósticos. O caso do véu foi disso um exemplo.
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