04-07-10 - As raízes da América
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O dia 4 de Julho assinala o dia da Independência dos EUA.
Quando os turbulentos anos sessenta terminavam e uma nova década começava, Billy Graham discursou num evento do 4 de Julho, em Washington, D.C., onde mais de 400 mil pessoas compareceram, enquanto milhões de outras pessoas assistiam na televisão ou ouviam na rádio em 123 países.
Pela sua relevância permanente reproduzimos aqui o teor da sua alocução:
"A nossa nação foi construída sobre um fundamento de lei moral, em que os direitos das pessoas também foram equilibrados com as suas responsabilidades. Porque deveria eu, como cidadão do céu e ministro Cristão, associar-me à honra de um estado secular?
"Há muitas razões porque honramos a América hoje. A América abriu o seu coração e as portas aos aflitos e perseguidos do mundo. A América tem sido a nação mais generosa da história. Nós temos partilhado a nossa riqueza e comunicado a nossa fé a um mundo em necessidade.
"A América nunca escondeu os seus problemas e falhas. Com a nossa liberdade de imprensa e sistema de comunicação aberta, nós não varremos os nossos pecados para debaixo do tapete. A América defende o direito dos seus cidadãos à diferença de opinião. A diferença de opinião é a marca da nossa liberdade sem preço. Porém, quando a diferença de opinião assume formas violentas, torna-se a anarquia.
"Podemos ser um povo muito diferente hoje do que éramos há duzentos anos. A nossa sociedade é muito mais complexa, mais plural. Mas podemos ter certeza disto: Deus não mudou e as Suas leis não mudaram.
"Ele ainda é um Deus de amor e misericórdia. Porém ele também é um Deus de justiça e de juízo. Qualquer indivíduo ou nação, que ignore as Suas leis morais e espirituais, acabará por enfrentar o Seu julgamento".





